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Orgânicos crescem 40% em 2010

O produtor deve proteger o alimento contra possíveis contaminações; por isso são vendidos em embalagens fechadas.

A comercialização de produtos orgânicos, no Brasil, alcançou R$ 350 milhões em 2010. Esse registro é 40% superior ao registrado em 2009, conforme os números divulgados pelo Projeto Organics Brasil.

“Esse crescimento representa a difusão do setor. Cada vez mais pessoas buscam informações sobre produtos orgânicos e, conseqüentemente, consomem mais esse tipo de alimento”, destaca o coordenador de Agroecologia do Ministério da Agricultura, Rogério Dias.

O mercado externo de orgânicos também cresceu em 2010. O setor exportou cerca de U$ 108 milhões no ano passado, segundo levantamento do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Esse valor é 30% superior às receitas geradas em 2009.

Os produtos mais exportados são os do complexo soja, grão, farelo e óleo; açúcar; café; cacau; e frutas, como abacaxi, mamão e manga. Os principais países consumidores são Holanda, Suécia, Estados Unidos, França, Reino Unido, Bélgica e Canadá.

Segundo o professor Jacimar Luiz de Souza, no curso Cultivo Orgânico de Hortaliças, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, “o produtor deve proteger o alimento contra possíveis contaminações por contato; por esse motivo devem ser vendidos emembalagens fechadas, desde a colheita e o processamento até a  comercialização final do produto”.

Rogério Dias destaca também que o número de feiras de produtos orgânicos tem crescido bastante no país, o que favorece e incentiva a comercialização. Segundo o coordenador, hoje, os  orgânicos mais procurados pelos brasileiros são as hortaliças, legumes, frutas e produtos processados, como sucos, arrozaçúcar e café.

Para Jacimar de Souza, que também é pesquisador da  EMCAPER – Empresa Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural, alimentos orgânicos não se referem apenas a alimentos sem agrotóxicos. Além de não conterem esses agentes químicos, não se utiliza adubos químicos e diversos outros produtos que possam deixar resíduos ou degradar o solo, as águas e outros componentes do meio ambiente.

Fonte: Centro de produções técnicas

Campus Nilo Peçanha fará um núcleo de agroecologia no Sul Fluminense

“Núcleo de Estudo e Pesquisa em Agroecologia: Desenvolvendo Conhecimentos e Multiplicando a Agroecologia na Região do Sul Fluminense”

Esse é o tema do novo projeto do Instituto Federal de Educação,Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro – Campus Nilo Peçanha – Pinheiral, desenvolvido por um grupo de pesquisadores da Instituição coordenados pela Dª Shaiene Costa Moreno, que tem como objetivo implantar e consolidar um núcleo de estudo e pesquisa em agroecologia na instituição, para reflexão, discussões e aperfeiçoamento das práticas agroecológicas, desenvolvendo conhecimento através de pesquisas e capacitação de técnicos, pesquisadores e produtores rurais.

O projeto foi aprovado pela Secretaria de Educação profissional e tecnológica, órgão pertencente ao Ministério da educação, que está financiando o projeto.

O projeto vai abordar os seguintes temas:

a) Extensão e desenvolvimento – metodologia e ferramentas

Orientação:
Pablo da Cunha – Professor de educação artística

Dilma Alexandre Figueiredo – Professora de Letras (português-espanhol)

Integrantes:
- Thaís Costa de Paula *

- Nildamara Theodoro Torres *

b) Extensão e desenvolvimento – agroecossistemas e agrobiodiversidade

Orientação:
- D° Marcelo Santos de Souza – Especialista em Desenvolvimento rural.

Integrantes:
- Ana Paula Ferreira Gomes Silva
- Thaís Menezes da Cruz
- Maira Cristina Bandeira Cardoso

c) Tecnologias alternativas – biofertilizantes e caldas

Orientação:
- Dª Shaiene Costa Moreno – Especialista em controle alternativo de pragas e doenças.

Integrantes:
- João Gabriel Alvarenga De Souza

- Lenilson Carlos de Souza

- Karina da Silva Nogueira
– Mayara Benício

d) Tecnologias alternativas – substratos

Orientação:
- Eng° Heider Alves Franco – Especialista em produção de Mudas

Integrantes:
- Álvaro Gonçalves de Carvalho

- Tiago de Carvalho Silva

e) Tecnologias alternativas – uso racional da água

Orientação:
- MSc Marcelo Carazo Castro – Especialista em irrigação

Integrantes:
- Angelo Tiago Azevedo

- Caroline Biacchi

f) Pesquisa de mercado

Orientação:
- Carla – Professora de biologia

- Flávia – Administradora com MBA em negócios.

Integrantes:
- Alan Roberson Tavares dos Santos

- Marli da Silva Alves Maria
- Flaviane de J. Ferreira

Colaboradores:

- D° Carlos Eduardo Gabriel Menezes – Especialista em solos
- MSc Jeferson Batista da Silva – Especialista em Educação agrícola/agroecologia
- MSc Marília Rodrigues da Silva – Especialista em Educação agrícola/agroecologia

* Alunas do Curso Técnico em Meio Ambiente – IFRJ – CANP

- Demais integrantes são do Curso Técnico em Agropecuária – IFRJ – CANP

- Todos os orientadores são professores do Instituto Federal do Rio de Janeiro – Campus Nilo Peçanha

Obs.: O projeto iniciou-se em agosto desse ano e tem previsão de criar fazendas agroecológicas modelos no Sul fluminense.

 

EXCLUSIVO

Quem compra orgânicos no Brasil

A empresa de pesquisa de mercado GfK escarafunchou a cesta de compras de brasileiros em busca de alimentos orgânicos. Constatou que as classes C e D, que representam 52% dos entrevistados, são os que menos compram esse tipo de produtos e 42%  nunca adquirem orgânicos. Nas classes A e B o índice dos que nunca compram cai para 33%.

Para Mario Mattos, Diretor de Marketing da GfK, embora os produtos orgânicos tenham um apelo de saúde, cada vez mais forte junto aos consumidores, a percepção geral é que são mais caros que os não-orgânicos, mesmo que em alguns casos isso já não corresponda à realidade. “Essa ideia faz com que muitos consumidores nem incluam os orgânicos na cesta de compra, em especial aqueles consumidores com maior restrição orçamentária, de classes C e D”, explica.

Diferenças regionais também interferem na aquisição dos produtos orgânicos. No Nordeste do país, 48% dos entrevistados nunca compram tais produto. Na Região Metropolitana de São Paulo, a percentagem é de 47% e na capital, 39%. A explicação é a maior concentração de maior rendimento (A e B) na capital. O cuidado com a saúde e com o planeta é mais evidente nas pessoas com mais de 56 anos, que corresponde a 8% dos pesquisados.

A pesquisa, realizada em julho deste ano, ouviu 1.000 pessoas, a partir dos 18 anos, de 12 cidades das regiões metropolitanas brasileiras: Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Fonte: Blog Empresa verde
Época – Globo

Alimentos orgânicos: mais saudáveis e respeito ao meio ambiente

O que são?

Os alimentos orgânicos são aqueles que utilizam, em todos seus processos de produção, técnicas que respeitam o meio ambiente e visam a qualidade do alimento. Desta forma, não são usados agrotóxicos nem qualquer outro tipo de produto que possa vir a causar algum dano a saúde dos consumidores.

Agricultura orgânica: frutas, legumes e verduras

Na agricultura, por exemplo, utiliza-se apenas sistemas naturais para combater pragas e fertilizar o solo. Embora apresentem praticamente as mesmas propriedades nutricionais dos alimentos inorgânicos, os orgânicos apresentam a vantagem de seres mais saudáveis, pois não possuem agrotóxicos. Também são mais saborosos.

Carne Orgânica e ovos orgânicos

No tocante à produção carnes e ovos, os animais são criados sem a aplicação de antibóticos, hormônios e anabolizantes. Pesquisas demonstram que estes produtos podem provocar doenças nos seres humanos, quando consumidos por muito tempo. Logo, as carnes e ovos orgânicos são muito mais saudáveis.

Benefícios e Vantagens:

- Os alimentos são mais saudáveis, pois são livres de agrotóxicos, hormônios e outros produtos químicos;
- São mais saborosos;
- Sua produção respeita o meio ambiente, evitando a contaminação de solo, água e vegetação;
- A produção usa sistemas de responsabilidade social, principalmente na valorização da mão-de-obra.

Desvantagem:

A única desvantagem é que são mais caros do que os convencionais, pois são produzidos em menor escala e os custos de produção também são maiores.

Fonte: Sua pesquisa

Certificação de produtos orgânicos

O selo de certificação de um alimento orgânico fornece ao consumidor muito além da certeza de estar levando para a casa um produto isento de contaminação química. Garante também que esse produto é o resultado de uma agricultura capaz de assegurar qualidade do ambiente natural, qualidade nutricional e biológica de alimentos e qualidade de vida para quem vive no campo e nas cidades. Ou seja, o selo de “orgânico” é o símbolo não apenas de produtos isolados, mas também de processos mais ecológicos de se plantar, cultivar e colher alimentos.

Daí resulta a importância estratégica da certificação para o mercado de orgânicos, pois além de permitir ao agricultor orgânico diferenciar e obter uma melhor remuneração dos seus produtos protege os consumidores de possíveis fraudes. Existem também outras vantagens expressivas como, por exemplo, o fato de que a certificação torna a produção orgânica tecnicamente mais eficiente, a medida em que exige planejamento e documentação criteriosos por parte do produtor. Outra vantagem é a promoção e a divulgação dos princípios norteadores da Agricultura Orgânica na sociedade, colaborando, assim, para o crescimento do interesse pelo consumo de alimentos orgânicos.


ACS Amazonia

ABIO

ANC

IBD

BCS

CMO

CHAO VIVO

Control Union

Ecocert

FVO

IMO

TECPAR

OIA

Fonte: Planeta Orgânico

Governo de Sergipe realiza Feira Agroecológica

Como parte da Semana Mundial da Alimentação, a Secretaria de Estado da Inclusão, Assistência e do Desenvolvimento Social (Seides) e o Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional (Conseas), realizaram na última semana de outubro a Feira Agroecológica “Unidos Contra Fome”.

A Feira foi realizada no pátio da secretaria, em Aracaju, com a exposição e comercialização de alimentos orgânicos, derivados do leite, da mangaba, além de degustação de alimentos biofortificados com valores nutricionais aumentados como feijão, arroz, trigo, mandioca, milho e batata doce. Diversos municípios sergipanos participaram da feira, expondo seus produtos, entre eles Porto da Folha, Canindé do São Francisco, Poço Redondo, Gararu e Monte Alegre.

A introdução de técnicas sobre o assunto vem sendo realizada em todo o Estado através da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emadagro). O Dia Mundial da Alimentação é celebrado em 16 de outubro desde 1945, numa promoção da Organização das Nações Unidas (ONU), através de seu órgão para a Alimentação e Agricultura (FAO).

Normas para orgânicos entram em consulta pública

As normas para a produção de cogumelos, sementes e mudas orgânicas e certificação de unidades comercializadoras, transportadoras ou armazenadoras estão em consulta pública, pelo prazo de 30 dias, desde o dia 27 de outubro. As medidas, publicadas em três portarias no Diário Oficial da União (DOU) de hoje, contribuem para o desenvolvimento da produção orgânica no país e para aumentar a confiança do consumidor.

De acordo com a Portaria nº 1.033, o cogumelo comestível só pode ser cultivado em solo livre de produtos proibidos pelo sistema de orgânicos nos três anos anteriores ao plantio. A água utilizada na irrigação deve ser potável, com comprovação de análises laboratoriais.

As regras para a produção de sementes e mudas em sistemas orgânicos, descritas na Portaria nº 1.034, valem para toda a cadeia produtiva, importadores e exportadores. Pela proposta, sementes de cultivares geneticamente modificadas ficam proibidas de receber a certificação como orgânicas.

Portaria nº 1.035 esclarece que só podem ser comercializados, armazenados e transportados produtos orgânicos ou com ingredientes orgânicos com registros que garantam a sua rastreabilidade e controle.

As sugestões às propostas devem ser encaminhadas, até o dia 27 de novembro, para a Coordenação de Agroecologia do Ministério da Agricultura, no endereço: Esplanada dos Ministérios, Bloco D, Anexo B, sala 152, CEP: 70.043-900, Brasília (DF). (Sophia Gebrim)

Fonte: Ministério da Agricultura

Técnicas agroecológicas


Adubação verde

A adubação verde é o cultivo de plantas que estruturam o solo e o enriquecem com nitrogênio, fósforo, potássio, enxofre, cálcio e micronutrientes. As plantas de adubação verde devem ser rústicas e bem adaptadas a cada região para que descompactem o solo com suas raízes vigorosas e produzam grande volume de massa verde para melhorar a matéria orgânica, a melhor fonte de nutrientes para a planta. 

Adubação orgânica

A adubação orgânica é feita através da utilização de vários tipos de resíduos, tais como: esterco curtido, vermicomposto de minhocas, compostos fermentados, biofertilizantes enriquecidos com micronutrientes e cobertura morta. Todos esses materiais são ricos em organismos úteis, macro e micro nutrientes, antibióticos naturais e substâncias de crescimento. 

Adubação Mineral

A adubacão mineral é feita com adubos minerais naturais de sensibilidade lenta, tais como: pó de rochas, restos de mineração, etc. Estes adubos fornecem nutrientes como cálcio, fósforo, magnésio, potássio e outros, em doses moderadas, conforme as necessidades da planta. 

Não usar agrotóxicos

Os agrotóxicos, além de contaminar as águas, envenenar os alimentos, matar os inimigos naturais dos parasitas e contaminar quem os manuseia, desequilibram as plantas, tornando-as mais suscetíveis.É comum que logo depois de uma aplicação de agrotóxicos as plantas sofram ataques ainda mais fortes, obrigando o agricultor a recorrer a venenos mais fortes ainda. 

Não usar adubos químicos solúveis

Este tipo de adubação é a causa de dois problemas sérios: a morte de microorganismos úteis do solo e a absorção forçada pela plantas, pois estes sais, além de se solubilizarem na água do solo, apresentam-se em altas concentrações. Este processo resulta em desequilíbrio fisiológico da planta, deixando-a suscetível aos parasitas. 

Usar defensivos naturais

Defensivos naturais são produtos que estimulam o metabolismo das plantas quando pulverizados sobre elas. Estes compostos, geralmente preparados pelo agricultor, não são tóxicos e são de baixo custo. Como exemplos podemos citar: biofertilizantes enriquecidos, água de verme composto, cinzas, soro de leite, enxofre, calda bordalesa, calda sulfocálcica, etc. 

Combinação e rotação de culturas

Esta consiste em cultivar conjuntamente plantas de diferentes famílias, com diferentes necessidades nutricionais e diferentes arquiteturas de raízes, que venham a se complementarem. Como, por exemplo, o plantio conjunto de gramíneas (milhos) e leguminosas (feijão). Também podem ser utilizadas plantas consideradas inços, pois elas são bem adaptadas, retiram nutrientes de camadas profundas, colocando-os em disponibilidade na superfície e produzem grande volume de biomassa.Antes de implantar a cultura, estas plantas são incorporadas através de aração rasa para que se decomponham e deixem os nutrientes disponíveis às culturas. No caso dos pomares, são deixadas na superfície e controladas com roçadas baixas. Como exemplo podemos citar o caruru, o picão branco, o nabo, a samambaia etc.
Fonte: Ambiente Brasil

Mercado de orgânicos cresce 20% ao ano e já tem custo comparável ao da produção tradicional

Com crescimento de cerca de 20% ao ano, a produção de alimentos orgânicos vem ocupando um espaço cada vez maior no mercado. No País, o segmento está diretamente vinculado à agricultura familiar que, segundo o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), é responsável por 4,1 milhões de unidades produtivas e responde por 70% dos alimentos consumidos diariamente pelos brasileiros, representando 10% do Produto Interno Bruto (PIB). Segundo o MDA, trabalham na agricultura familiar cerca de 12 milhões de brasileiros.
O Diário Oficial da União publicou no último dia 27 de outubro três portarias com normas para a produção de cogumelos, sementes e mudas orgânicas e certificação de unidades comercializadoras, transportadoras ou armazenadoras. As portarias estão em consulta pública pelo prazo de 30 dias e contribuem para o desenvolvimento da produção orgânica no País e para aumentar a confiança do consumidor.Confiança esta que só aumenta ano a ano. O mercado é totalmente demandante, segundo o gerente de Agronegócios do Sebrae, Paulo Alvim. “Há uma demanda muito maior que oferta atualmente, estimulando a produção de orgânicos em todo o país.” Há 10 anos, segundo ele, o Sebrae começou um trabalho no segmento de orgânicos como forma de agregar valor aos produtos e abrir nichos de mercado na agricultura familiar. “Agora já não é mais um nicho, mas um segmento”, diz.Alvim acredita que um dos fatores que motiva o crescimento do mercado é o aumento do preço dos insumos químicos nos últimos anos. De acordo com o gerente, a produção orgânica começa a ser rentável a partir da segunda ou terceira safra do produto, invertendo a lógica com o produto não-orgânico.
“Na primeira colheita, o custo é maior porque a terra precisa de um período de descanso e adaptação. Depois, o preço do orgânico passa a competir com o produto tradicional. Isso é muito vantajoso.”O pequeno produtor de orgânicos tem percebido também as vantagens do associativismo. “Já podemos notar em cidades médias as feiras de produtos orgânicos, onde atuam principalmente as associações.” Outro indicador da tendência de crescimento dos orgânicos no país é a presença cada vez maior do produto nas prateleiras dos supermercados.

Biofach

Outro espaço importante para os pequenos negócios divulgarem e comercializarem seus produtos é a BioFach América Latina – versão latino-americana da BioFach na Alemanha, maior feira de produtos orgânicos do mundo. A feira acontece de 3 a 5 de novembro, no Transamérica Expocenter, em São Paulo. Paralelamente acontece a Exposustentat, um evento voltado para a agroecologia e o desenvolvimento sustentável. O Sebrae terá um estande de 200 metros quadrados voltado para os dois eventos, apoiando 33 produtores de 14 estados brasileiros. “Nosso objetivo é mostrar na feira que a agricultura orgânica está organizada e é capaz de abastecer o mercado interno brasileiro”, afirma Alvim. Por isso, todas as empresas participantes do estande coletivo têm produtos certificados adequados ao mercado.Além disso, segundo ele, a Biofach América Latina é um preparatório para a participação das pequenas empresas na Biofach da Alemanha. São esperados na feira cerca de 9 mil visitantes, sendo quase 10% do exterior. Na edição de 2009, foram cerca de 8 mil visitantes, dos quais 40% representantes do varejo, atacado e comércio exterior.Segundo a gestora do projeto pelo Sebrae, Newman Costa, a exposição inclui produtos como a laranja (AL), café (São Paulo e Bahia), mel (Piauí e Santa Catarina), sucos, geléias e vinhos (RS) e cajuína orgânica (Piauí).Na Exposustentat, no estande do Sebrae, os visitantes encontrarão ainda roupas feitas com algodão colorido orgânico, artesanato em madeira de reflorestamento e a produção de peças de decoração com sementes naturais.

Fonte: http://www.administradores.com.br

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